Congoleses e angolanos superam requerentes de asilo em Portugal

O Eurostat acaba de publicar os grandes números de requerentes de asilo na Europa. Os nigerianos representam a maior parte dos reclamantes africanos, principalmente para a Itália.

Segundo dados publicados pelo Eurostat na terça-feira 20 de Março, as três principais origens dos requerentes de asilo em Portugal foram a República Democrática do Congo (160 casos, 16% do total), a Ucrânia (125 casos, 12,3%) e em Angola (120 casos, 11,8%).

Os países onde a maioria dos angolanos solicitou asilo no ano passado foram a França (865 candidaturas, ou 56% do total) e a Alemanha (240, 16%).

A nível europeu, o gabinete de estatísticas registou um total de quase 650 000 pedidos de asilo em 2017, um pouco mais de metade dos 1,207 milhões de pedidos registados no ano anterior. A Alemanha ainda é o país que mais recebe refugiados, com 31% dos pedidos de asilo seguidos pela Itália (20% incluindo quase 25.000 da Nigéria e da França (14%).

Em 2017, havia 1.015 novos pedidos de asilo em Portugal, contra 710 no ano anterior, mas este valor ainda é baixo em comparação com outros países europeus, uma vez que representa apenas 0,2% dos pedidos feitos em este período nos 28 Estados-Membros da União Europeia.

Segundo a mesma fonte, pelo quinto ano consecutivo, os cidadãos sírios eram os que mais necessitavam de asilo na União Europeia. Quase metade dos 102.400 pedidos sírios foram feitos para se instalarem na maior economia da Europa, com cidadania disseminada em 14 Estados-Membros. O Iraque e o Afeganistão completam o pódio das origens dos novos asilos.

Ao nível dos países africanos, os nigerianos 2 4950 pediram asilo em Itália, enquanto os eritreus estão principalmente na Suíça, os marroquinos na Dinamarca e os argelinos são a segunda nacionalidade dos requerentes de asilo na Eslovénia.

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